MAMOGRAFIA NO SUS: O QUE REALMENTE MUDOU E COMO ISSO PODE CAIR
Em 2025, o Ministério da Saúde publicou orientações atualizadas sobre o acesso à mamografia de rastreamento no SUS, gerando discussão entre sociedades médicas e gestores. O tema é quente — tanto pela relevância clínica quanto pela controvérsia que gerou — e tem todas as características de questão de prova.
O CONTEXTO
A mamografia de rastreamento é um dos temas mais cobrados em GO e MFC nas provas do INEP. A banca historicamente cobra faixa etária de início, periodicidade, conduta frente a resultados BI-RADS, e indicações de rastreamento de alto risco.
Quando o Ministério da Saúde atualiza recomendações sobre rastreamento, a probabilidade de cobrança na prova seguinte sobe significativamente — especialmente quando há divergência entre diretrizes do MS e recomendações de sociedades de especialidade.
O QUE OBSERVAR
Faixa etária e periodicidade
As recomendações brasileiras para rastreamento mamográfico no SUS podem diferir das recomendações de sociedades internacionais ou de especialidades. A banca cobra pelo que o Ministério da Saúde preconiza — não pelo que a sociedade de mastologia recomenda.
Rastreamento de alto risco
Pacientes com história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau, mutações BRCA, ou exposição prévia a radioterapia torácica têm indicações diferenciadas. A banca pode cobrar quando iniciar o rastreamento e com qual método nesse grupo.
Conduta frente ao BI-RADS
Esse é o ângulo mais clássico: o caso clínico apresenta uma mamografia com classificação BI-RADS e pergunta a conduta. Saber o fluxo de cada categoria (0 a 6) é essencial.
POR QUE ESSE TEMA É TRANSVERSAL
GO: indicações, periodicidade, conduta frente a achados.
MFC: rastreamento na APS, orientação à paciente, solicitação e interpretação na atenção primária.
Saúde Coletiva: rastreamento populacional, indicadores de cobertura, políticas públicas.
Rastreamento é um dos temas mais transversais do ENAMED. Domine o fluxo.
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